Cremers se reúne com direção da Santa Casa de Caridade de Bagé para tratar da situação da instituição
O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers) reuniu-se, nesta segunda-feira (24), com representantes da direção da Santa Casa de Caridade de Bagé para tratar da situação atual da instituição de saúde.
Durante o encontro, a direção do hospital apresentou as medidas que vêm sendo adotadas para enfrentar a crise e garantir a continuidade dos atendimentos. Conforme o diretor-executivo da Santa Casa, Ricardo Martins, todos os atendimentos foram retomados. Também foram discutidas as condições de trabalho dos médicos.
O hospital informou que terá uma reunião com a Secretaria Estadual da Saúde (SES) para tratar de questões essenciais, especialmente relacionadas à falta de algumas especialidades médicas.
Em maio, o Cremers esteve na Santa Casa de Caridade de Bagé. Durante a fiscalização, foram constatados problemas graves na escala médica do Centro Obstétrico, com risco de interdição ética.
Na reunião desta segunda-feira, o Cremers reforçou a importância de manter o diálogo com a instituição e acompanhar as medidas adotadas para assegurar condições adequadas para o exercício da Medicina e a assistência à população.
Participaram do encontro o presidente do Cremers, Régis Angnes; o vice-presidente, Eduardo Neubarth Trindade; os conselheiros Manoel Roberto Maciel Trindade, Karin Anzolch, Laís Del Pino Leboutte, Márcia Vaz, Mirela Foresti Jiménez, Mohamad Hassan Hamaoui, Nelson Batezini e Thiago Dal Bosco e a delegada seccional do Cremers de Bagé, Júlia Castilho. Pela Santa Casa, participaram o diretor executivo, Ricardo Martins; o diretor técnico, Felipe Mezzomo; a diretora técnica substituta, Patricia Izetti Ribeiro; e o membro da Mesa Diretora, Manif Curi.
Texto: Lisielle Zanchettin
Edição: Clarice Passos
Cremers aciona MEC e MPF e cobra medidas sobre curso de Medicina da Ulbra em Porto Alegre
O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers) acionou o Ministério da Educação (MEC) e a Procuradoria da República no Estado do Rio Grande do Sul do Ministério Público Federal (MPF/PR-RS) para solicitar esclarecimentos e providências sobre a situação do curso de Medicina da Ulbra em Porto Alegre.
A medida ocorre após a divulgação, nesta semana, de novas instalações do curso em um shopping da capital. O anúncio chamou a atenção do Conselho diante das determinações estabelecidas pela Portaria Seres/MEC 162/2026, que determinou a cessação da oferta precária de vagas do curso de Medicina da instituição em Porto Alegre e a adoção de medidas para proteção aos estudantes.
Diante desse cenário, o Cremers cobra a apuração da situação atual do curso e informações sobre o cumprimento das determinações do MEC, além de atualizações sobre os processos que envolvem os demais cursos de Medicina da instituição e as providências adotadas em relação aos estudantes.
O Conselho solicita que o Ministério Público Federal acompanhe o cumprimento das medidas cautelares e adote as providências cabíveis para garantir a proteção dos estudantes de Medicina e o cumprimento das determinações estabelecidas pelo MEC.
Para o Cremers, a situação pode trazer impactos aos estudantes, especialmente diante das incertezas sobre a continuidade da formação e a possibilidade de transferência para outras instituições.
O Cremers tem como uma de suas principais frentes de atuação o combate à criação desenfreada de escolas de Medicina e a defesa da qualidade na formação médica. O Conselho vem atuando para evitar a continuidade de cursos que não tenham credenciamento e autorização regular para funcionar.
Texto: Lisielle Zanchettin
Edição: Letícia Bonato
Vitória para a Medicina: Justiça considera ilegal resolução que autorizava dentistas a realizar harmonização facial
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) reconheceu, nesta quarta-feira (20), a ilegalidade de uma resolução do Conselho Federal de Odontologia (CFO) que autorizava cirurgiões-dentistas a realizar procedimentos de harmonização em diferentes regiões da face.
A decisão é considerada uma importante vitória para a Medicina e, principalmente, para a segurança dos pacientes. Ao analisar o caso, a Justiça reforçou que a legislação estabelece limites para o exercício da odontologia e que não há previsão legal que permita ampliar essas atribuições para procedimentos estéticos em toda a face.
Entre os procedimentos previstos na resolução estavam a aplicação de toxina botulínica e preenchedores faciais, intradermoterapia, utilização de biomateriais indutores de colágeno, laserterapia, lipoplastia facial, bichectomia e técnicas cirúrgicas para correção dos lábios.
Para o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers), a definição e o respeito aos limites de atuação das diferentes profissões da saúde não representam uma disputa corporativa, mas uma questão de saúde pública. A formação profissional e as competências legalmente estabelecidas são fundamentais para garantir uma assistência segura e adequada à população.
Procedimentos invasivos na face podem envolver riscos e complicações graves, inclusive o comprometimento de estruturas vasculares e outras áreas nobres. Nessas situações, o reconhecimento imediato das complicações e a adoção de medidas adequadas são fundamentais para reduzir riscos ao paciente.
O Cremers reforça que seguirá atuando em defesa das competências legalmente estabelecidas para o exercício da Medicina e da segurança dos pacientes, acompanhando e adotando as medidas necessárias diante de situações que possam representar riscos à população.
Texto: Lisielle Zanchettin
Edição: Clarice Passos
Cremers debate impactos, possibilidades e limites da inteligência artificial na Medicina em evento
O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers) participou, nesta quarta-feira (19), do Summit Talks: Inteligência Artificial na Medicina. Realizado na Universidade Feevale, em parceria com o jornal Correio do Povo, o encontro reuniu mais de 100 participantes, entre médicos, estudantes de Medicina e profissionais de diferentes áreas da saúde, para discutir as possibilidades, os impactos e os desafios relacionados ao uso da inteligência artificial na prática médica.
Na abertura da programação, o vice-presidente do Cremers, Eduardo Neubarth Trindade, destacou a importância de promover espaços de discussão sobre o avanço da tecnologia na Medicina.
“A inteligência artificial já faz parte da realidade da saúde e precisamos estar preparados para utilizá-la de forma responsável. É uma ferramenta de apoio ao trabalho médico, que pode trazer ganhos importantes, mas não substitui o conhecimento, a avaliação e a responsabilidade do profissional”, afirmou.
Um dos destaques foi o painel “Devolvendo o Médico ao Paciente: Como a IA Pode Eliminar a Fricção da Saúde”. Além de Trindade, participaram da discussão os conselheiros Thiago Dal Bosco e Vinicius Lain e o médico e membro da Câmara Técnica de Telemedicina do Cremers, Felipe Cabral.
Durante o painel, foram apresentados dados que apontam que apenas 27% do tempo do médico é dedicado exclusivamente ao paciente. Nesse contexto, a inteligência artificial pode contribuir para reduzir a carga administrativa e ampliar o tempo disponível para a assistência.
Também foram discutidas formas de tornar a Medicina mais longitudinal e contínua. As ferramentas de IA podem auxiliar na identificação de padrões, na antecipação de possíveis problemas, na personalização dos cuidados e no apoio a estratégias de prevenção.
No terceiro e último painel, “Bioética, Responsabilidade Civil e Regulação da IA Médica”, o conselheiro Vinicius Lain abordou a Resolução CFM nº 2.454/2026, que regulamenta o uso da inteligência artificial na Medicina brasileira.
A norma entra em vigor em 26 de agosto e estabelece diretrizes para a utilização da tecnologia na prática médica, reforçando a responsabilidade dos profissionais em sua aplicação, tanto em hospitais quanto em clínicas e demais ambientes de assistência à saúde.
Texto: Lisielle Zanchettin
Edição: Clarice Passos
Cremers orienta como identificar e denunciar documentos médicos falsos
Atestados, laudos e outros documentos médicos possuem implicações profissionais e legais e devem ser emitidos após a realização de um ato médico. Diante de suspeitas de falsificação, o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers) orienta médicos, empregadores e a sociedade sobre como verificar a autenticidade dos documentos e quais providências podem ser adotadas.
Aos médicos, caso identifiquem ou sejam informados pela Ouvidoria do Cremers de que seu nome e número de registro profissional (CRM) foram utilizados indevidamente em um documento falsificado, a orientação é agir rapidamente.
O primeiro passo é comunicar o fato às autoridades policiais e registrar um boletim de ocorrência. Após o registro, uma cópia do documento deve ser encaminhada ao Cremers. A medida contribui para resguardar o profissional diante do uso indevido de seus dados.
Para empregadores e sociedade, o Cremers disponibiliza uma ferramenta oficial para verificação de atestados e receitas emitidos digitalmente. Com o Validador Cremers, é possível conferir a autenticidade do documento e verificar se ele realmente foi emitido por meio da plataforma oficial.
Além disso, a Ouvidoria do Conselho está à disposição para orientar e receber denúncias, trabalhando continuamente pela segurança da Medicina e da População.
O Cremers reforça que a falsificação ou o uso irregular de documentos médicos é uma prática grave, que compromete a credibilidade da Medicina e pode causar prejuízos a pacientes, médicos e empregadores. O Conselho defende que situações dessa natureza sejam denunciadas e apuradas pelos órgãos competentes, contribuindo para coibir fraudes e preservar a segurança.
Texto: Lisielle Zanchettin
Edição: Letícia Bonato
Cremers abre sindicância para investigar morte de paciente com obesidade mórbida em Capão da Canoa
O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers) abriu uma sindicância para apurar as circunstâncias da morte de um paciente com obesidade mórbida, ocorrida em Capão da Canoa, litoral do estado.
O paciente, um homem de 49 anos, morreu na última quarta-feira (12), enquanto aguardava transferência para uma instituição de alta complexidade. Ele estava internado no Hospital Santa Luzia, em Capão da Canoa, desde 25 de julho. Segundo informações recebidas pelo Conselho, o paciente pesava 380 quilos e aguardava um leito.
A investigação busca esclarecer os fatos e apurar as circunstâncias da demora na transferência hospitalar, incluindo eventual falha no sistema de regulação estadual e na assistência prestada pelo hospital.
Para o Cremers, a complexidade do quadro clínico de um paciente não pode ser um obstáculo para o acesso ao tratamento de que ele necessita. “Todos os pacientes têm direito a atendimento adequado e às condições necessárias para a realização do tratamento indicado. Vamos apurar, com rigor, se houve falhas no atendimento ou no processo de regulação que possam ter contribuído para o desfecho”, afirma o vice-presidente do Cremers, Eduardo Neubarth Trindade.
O Cremers reforça que casos de maior complexidade exigem resposta ágil e articulada entre os serviços de saúde e o sistema de regulação, de modo a garantir ao paciente acesso, em tempo oportuno, ao tratamento de que necessita.
Texto: Lisielle Zanchettin
Edição: Clarice Passos
Justiça mantém proibição de procedimentos invasivos por esteticista e reforça proteção à saúde da população
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) manteve a decisão que impede uma esteticista de realizar procedimentos invasivos privativos de médico, rejeitando pedido para que a atividade fosse autorizada mediante supervisão de um responsável técnico. A decisão representa mais uma vitória judicial do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers) no combate ao exercício ilegal da Medicina.
A decisão foi proferida pelo desembargador federal Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, ao julgar embargos de declaração apresentados pela ré da ação. O magistrado complementou a fundamentação, mantendo integralmente o indeferimento do pedido de efeito suspensivo.
A autora sustentava que, caso não fosse autorizada a retomada integral das atividades, ao menos pudesse continuar realizando procedimentos sob supervisão de um responsável técnico habilitado. O argumento foi rejeitado pelo Tribunal.
Na decisão, o desembargador destacou que os elementos constantes no processo demonstram a realização habitual de procedimentos invasivos, como aplicação de toxina botulínica e preenchimentos dérmicos, atividades que extrapolam as competências legalmente atribuídas aos esteticistas pela Lei nº 13.643/2018.
O magistrado ressaltou que a simples presença de um responsável técnico não afasta a irregularidade da oferta de serviços privativos de médicos por pessoa sem habilitação legal para executá-los ou realizar diagnósticos nosológicos. Também observou que os fatos narrados no processo, incluindo o registro de uma infecção grave em paciente, reforçam a necessidade de manutenção da restrição para proteção da saúde pública.
A decisão ainda enfatiza que a medida imposta é proporcional, pois não impede o exercício das atividades estéticas permitidas por lei. A profissional permanece autorizada a realizar apenas procedimentos não invasivos, como o uso de cosméticos e técnicas superficiais, ficando vedada a realização de atos que ofereçam risco à coletividade e sejam privativos da Medicina.
Para o Cremers, a decisão reafirma o entendimento de que a supervisão de supervisão de um responsável técnico legalmente habilitado não legitima a realização de atos privativos da profissão por pessoas sem formação e habilitação médica. O Conselho destaca que continuará adotando as medidas administrativas e judiciais necessárias para combater o exercício ilegal da Medicina e proteger a população contra práticas que possam comprometer a segurança dos pacientes.
Nos últimos anos, o Cremers tem obtido sucessivas decisões favoráveis da Justiça em ações voltadas à proteção do ato médico, reforçando que procedimentos invasivos e demais atividades privativas da Medicina devem ser realizados exclusivamente por profissionais legalmente habilitados, em conformidade com a Lei nº 12.842/2013.
Texto: Clarice Passos
Edição: Lisielle Zanchettin
Denúncia do Cremers dá origem à operação da Polícia Federal contra diplomas falsos
Uma denúncia feita pelo Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers), em 2023, após a identificação de um diploma falso apresentado para obtenção de registro profissional, deu origem à investigação da Polícia Federal que resultou na operação deflagrada nesta quarta-feira (12) contra um esquema de venda de diplomas falsos para acesso a cursos de Medicina e obtenção de registro profissional.
Na época, o Cremers identificou a fraude e comunicou o caso à Polícia Federal, que realizou a prisão da mulher, de 33 anos, que exercia a Medicina no município de Cacique Doble (RS).
Natural do Acre, ela apresentou um diploma de Medicina do Centro Universitário Funorte, de Montes Claros (MG). A fraude foi constatada durante a conferência da documentação apresentada ao Cremers, que verifica, entre outros itens, a autenticidade do diploma diretamente com a instituição de ensino.
Segundo o documento falso, a formatura teria ocorrido em 1º de fevereiro de 2023. No entanto, a mulher, que possuía registro no Ministério da Saúde pelo Programa Mais Médicos, atendia comunidades indígenas em Cacique Doble desde 2017.
A identificação da fraude só foi possível devido ao processo de verificação adotado pelo Cremers para conferir a veracidade dos documentos apresentados para registro profissional. A checagem da formação médica é uma das etapas fundamentais para impedir que pessoas sem formação regular obtenham registro e exerçam ilegalmente a Medicina.
De acordo com a Polícia Federal, outros 45 investigados teriam adquirido diplomas falsos e obtido registro em Conselhos Regionais de Medicina. Até o momento, não há confirmação de que esses registros tenham sido realizados no Rio Grande do Sul.
O Cremers irá solicitar à Polícia Federal informações sobre os investigados e os documentos relacionados à operação para verificar eventual existência de outros registros obtidos de forma irregular e adotar as medidas cabíveis.
O Cremers reforça que não admite fraudes para obtenção de registro profissional e seguirá atuando de forma rigorosa na identificação de irregularidades e no encaminhamento dos casos às autoridades competentes, contribuindo para impedir o exercício ilegal da Medicina, valorizar a profissão médica e proteger a segurança dos pacientes.
Texto: Lisielle Zanchettin
Edição: Sílvia Lago
Cremers participa de reunião sobre honorários médicos do IPE Saúde
O presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers), Régis Angnes, participou, nesta segunda-feira (10), de uma nova rodada de negociações sobre os honorários pagos aos médicos credenciados ao IPE Saúde.
A reunião contou com a participação de representantes das entidades médicas, do diretor-presidente do IPE Saúde, Paulo Rogério Silva dos Santos, e do diretor de Provimento em Saúde, Antônio Quinto Neto.
Entre os assuntos discutidos esteve a Portaria IPE Saúde 44/2026, que estabelece novos valores para consultas médicas, visitas e consultorias hospitalares, além de atualizar os valores de procedimentos previstos na tabela de honorários profissionais.
A normativa passa a produzir efeitos para os atendimentos realizados a partir de 1º de setembro de 2026 e contempla procedimentos de diferentes especialidades, entre eles parto e cesariana, otorrinolaringologia, cirurgia geral, cirurgia de cabeça e pescoço, cirurgia torácica, cirurgia vascular, ortopedia e traumatologia, além de procedimentos patológicos.
Para o Cremers, a atualização dos honorários deve avançar de forma contínua e alcançar todas as especialidades médicas. A valorização do trabalho médico é fundamental para fortalecer o credenciamento de profissionais, contribuir para a sustentabilidade do IPE Saúde e garantir a qualidade da assistência prestada aos usuários.
Também foram abordadas questões relacionadas à judicialização da saúde e ao credenciamento de novos médicos junto ao IPE Saúde.
Texto: Lisielle Zanchettin
Edição: Clarice Passos
Falsos médicos criados por IA colocam pacientes em risco e reforçam importância do registro profissional
A segurança dos pacientes e a prevenção do exercício ilegal da Medicina exigem atenção constante. Com o avanço da inteligência artificial (IA), a tecnologia permite criar personagens que se apresentam como médicos e divulgam informações sobre doenças, tratamentos e medicamentos nas redes sociais.
Os conteúdos podem reproduzir características de uma pessoa real, como aparência e voz, mas não comprovam a identidade ou a habilitação profissional. Diante da crescente presença de falsos médicos nas redes sociais, o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers) reforça a importância de verificar se o profissional está regularmente inscrito.
O Cremers disponibiliza a consulta de Médicos Ativos em seu site. A ferramenta permite buscar o profissional pelo nome ou número do CRM e também filtrar os resultados por especialidade e município, facilitando a confirmação do registro e das informações profissionais.
A consulta contribui para a segurança dos pacientes e para a prevenção do exercício ilegal da Medicina. O registro profissional é uma garantia de que o médico está habilitado para exercer a profissão e submetido às normas éticas que regulamentam a atividade médica.
Atenção aos sinais
Mesmo com o avanço da tecnologia, alguns detalhes podem ajudar a identificar conteúdos produzidos ou manipulados por inteligência artificial. Movimentos pouco naturais, falhas na sincronização entre a fala e os movimentos da boca, alterações em objetos ou textos e vozes sem variações naturais de ritmo e entonação são alguns exemplos.
Também merecem atenção conteúdos que prometem curas rápidas, apresentam tratamentos como solução para diferentes doenças ou fazem recomendações generalizadas, sem considerar as condições individuais de cada paciente.
O Cremers reforça que diagnóstico e tratamento devem ser realizados por médico, após avaliação individualizada do paciente. Informações encontradas nas redes sociais não substituem a consulta médica e não devem ser utilizadas como base para iniciar ou modificar tratamentos.
Texto: Lisielle Zanchettin
Edição: Sílvia Lago














