Atenção à determinação da Portaria número 344/1998 do Ministério da Saúde
Os médicos devem ficar atentos ao prescrever a medicação de seus pacientes, pois essa é uma importante etapa do processo terapêutico, que exige, além de conhecimento, responsabilidade e muito capricho do prescritor, inclusive com a letra. Uma receita elaborada de forma ilegível dificulta a identificação da medicação prescrita e pode levar a enganos, como a troca de substâncias ou da quantidade receitada, pondo em risco a saúde do paciente.
Outro cuidado que o médico precisa ter ao fazer uma prescrição é com relação ao modelo do receituário adotado. Algumas substâncias exigem receituário próprio, de acordo com a Portaria número 344/1998 do Ministério da Saúde . O cumprimento da portaria é fiscalizado pelos órgãos de Vigilância Sanitária e o desrespeito ao regulamento técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial implica a punição do médico.
O receituário modelo C1, de cor branca e exigido para a prescrição de substâncias sujeitas a controle especial, pode ser impresso em gráfica ou por computador, desde que contenha o nome completo, número do registro no CRM do estado e endereço do médico. O nome e endereço do paciente devem ser grafados, seguidos da prescrição. Uma via da receita ficará com a farmácia e a outra com o paciente. O comprador do medicamento e o fornecedor também deverão se identificar, preenchendo os campos de identificação impressos na receita.
Entorpecentes (A1 e A2) e psicotrópicos (A3) – devem ser prescritos em Talonário A, na cor amarela, fornecido por autoridade sanitária. Psicotrópicos (B1) e psicotrópicos/anorexígenos (B2) – devem ser prescritos em TalonárioB, na cor azul, impresso pelo profissional após a obtenção da seqüência numérica na Vigilância Sanitária Retinóides para uso sistêmico (C2) – devem ser prescritos em Talonário, na cor branca, impresso pelo médico após obter a numeração na Vigilância Sanitária Imunossupressores (C3) – devem ser prescritos em Talonário impresso pela Vigilância Sanitária e adquirido após cadastro no órgão Da Receita de Controle Especial (RCE) Substâncias sujeitas a controle especial – CI Anti-retrovirais – C4 (formulários próprios do Programa de DST/Aids ou RCE aviada ou dispensada nas farmácias do SUS) Anabolizantes – C5
As receitas de medicamentos de uso controlado e manipulados valem em todo o território nacional, independentemente da unidade federada em que tenha sido emitida, conforme a Lei nº 13.732/2018.
Fonte: CFM
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Congresso debate desafios do início da carreira médica
Teve início nesta sexta-feira, 05, 1º CDU AMRIGS – Congresso do Departamento Universitário. Com o tema “Me Formei e Agora?”, o evento vai até o dia 06 e aborda as áreas de Urgência e Emergência, Carreira Militar, Currículo Médico, Medicina de Família e Comunidade e Trauma.
O presidente Eduardo Trindade representou o Cremers na abertura do encontro. A mesa foi composta também pelo presidente da AMRIGS, Alfredo Cantalice; o presidente do Simers, Marcelo Matias; o diretor científico da AMRIGS, Marcos Vinícius Ambrosini Mendonça; o presidente do Conselho de Administração da Unicred Porto Alegre, José César Boeira; a presidente do D.U Amrigs, Kathrine Meier; e a Diretora do Núcleo Acadêmico do SIMERS, Letícia Paludo.
O evento é idealizado por acadêmicos de medicina e possui como público alvo acadêmicos, residentes e graduados da área da saúde, apresentando temas pertinentes à formação. O encontro acontece na sede da AMRIGS em Porto Alegre e conta com apresentação de pôsteres e premiação para os melhores trabalhos.
A programação completa e outras informações podem ser obtidas neste link.
Fonte: Amrigs
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Jornais noticiam a assinatura do convênio entre Cremers e MPE
A assinatura do convênio de cooperação entre Cremers e Ministério Público Estadual (MPE), realizada nesta quinta-feira, foi citada pelos jornais Correio do Povo e Zero Hora.
Confira as matérias nas imagens.
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Patologistas gaúchos denunciam problemas em encaminhamento de análises
Em reunião nesta segunda-feira, 1º, representantes da Associação dos Médicos Patologistas do RS foram recebidos pelo presidente do Cremers, Eduardo Trindade, para discutir problemas que vêm atingindo a especialidade no estado. Também estiveram presentes os conselheiros Pedro Funari Pereira e Andrei Reginatto.
Segundo o patologista Pedro Schaefer, representante do grupo, existe uma prática disseminada entre hospitais, clínicas, centros diagnósticos e outros estabelecimentos no Rio Grande do Sul de enviar material anatomopatológico para análise em laboratórios de outros estados. Schaefer afirma que essa prática pode causar má fixação ou superfixação das peças, prejudicando a análise e, consequentemente, o diagnóstico e o paciente.
O grupo solicitou ao Cremers que alerte os responsáveis técnicos desses serviços sobre a Resolução CFM Nº 2.169/2017, que disciplina responsabilidades dos médicos e laboratórios em relação aos procedimentos diagnósticos de patologia e estabelece normas técnicas para a conservação e transporte de material biológico em relação a esses procedimentos. Caso a prática continue, não é descartada a abertura de sindicância no Cremers para averiguar responsabilidades.
O grupo de patologistas também acionará a Câmara Técnica da especialidade no Cremers para que um parecer seja elaborado.
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Sociedade de Pediatria emite nota sobre vacinas contra meningite e gripe
A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), atenta ao que ocorre na comunidade, alerta os pediatras e o público em geral:
1) NÃO HÁ SURTO de meningite. A doença existe e ocorre esporadicamente em todo o mundo e aqui também.
2) A SPRS preconiza que os pais mantenham a carteira de vacinação de seus filhos em dia conforme orientação do PNI (Programa Nacional de Imunizações). Lembra, ainda, que a vacina meningocócica C (o tipo mais comum) está incluída no PNI e, além das doses aos 2, 4, 6 meses e 1 ano, há reforço para todas as crianças de 11 a 14 anos.
3) A SPRS recomenda que, se possível, se amplie a proteção contra a doença meningocócica, fazendo também as vacinas Meningo ACWY e Meningo B, disponível apenas na rede privada.
4) Estamos às portas da campanha da vacina da Gripe. Epidemiologicamente, esta doença (gripe) tem um potencial de causar muito mais internações e óbitos que a meningite. Todas as crianças até 6 anos (e as maiores de 6 anos se tiverem fator de risco associado) devem fazer a vacina contra a gripe.
5) Não há problemas em vacinar concomitante para Gripe e para doenças Meningocócicas, visto que não são vacinas com vírus vivo.
6) A Gripe tem uma sazonalidade e um impacto em saúde pública bem conhecido e a vacina todo o ano é modificada de acordo com as cepas circulantes. Importante vacinar-se antes de começar a circulação do vírus.
Diretoria da SPRS
– 1º Tesoureiro e Diretor de Defesa Profissional da SPRS, Benjamin Roitman
– Médico do comitê de infectologia da SPRS, Juarez Cunha
fonte: Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS)
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Cremers e MPE assinam termo de cooperação técnica
Cremers e Ministério Público Estadual assinaram Termo de Cooperação Mútua nesta quinta-feira, dia 4, na sede do Conselho. O documento foi assinado pelo presidente Eduardo Neubarth Trindade e pelo subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Institucionais do MP, Marcelo Lemos Dornelles. Participaram do ato integrantes da diretoria e do corpo jurídico do Cremers, os procuradores Luciano Vaccaro e Ângela Salton Rotunno, além do vereador Dr. Goulart.
De acordo com o presidente do Cremers, “o objetivo dessa parceria é o bem da sociedade, buscando melhorar o atendimento de saúde à população, com atuação conjunta das entidades”. Acrescentou que o termo de cooperação técnica consolida a integração já existente entre as duas instituições em assuntos da saúde.
O subprocurador do MPE comentou que é importante essa relação institucional mais próxima, porque isso irá facilitar o compartilhamento de informações sobre fatos decorrentes da má prática da medicina ou violação da ética médica. “Com o apoio das Câmaras Técnicas do Conselho teremos condições de fundamentar com mais segurança nossas ações na área da saúde”, sinalizou.
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Médicos questionam a grande quantidade de disciplinas em EAD
O Fórum dos Conselhos Profissionais se reuniu nesta quarta-feira, 03, para debater o Ensino a Distância (EAD). O encontro contou com a participação de representantes de diferentes conselhos profissionais. Segundo o grupo, o aumento da carga horária em EAD acabou dificultando a realização do ensino prático em várias profissões.
Segundo o presidente do Cremers, Eduardo Trindade, o ensino EAD leva à redução do aprendizado prático na comunidade médica, resultando em uma capacitação precária do profissional médico.
Foi proposto que o caso seja questionado judicialmente, com a finalidade de trazer o apoio de deputados da bancada gaúcha na Câmara Federal. O tema também deverá ser debatido na forma de audiências no Senado, em Brasília para que haja redução de pelo menos 20% no número de horas nas disciplinas à distância. Hoje, a carga horária de EAD chega à margem dos 40%, o que, segundo o Fórum, levou à redução da qualidade do ensino acadêmico.
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Hospital de Clínicas promove o VI Encontro de Qualidade e Segurança
Nos dias 8 e 9 de abril, o Hospital de Clínicas de Porto Alegre promove o VI Encontro de Qualidade e Segurança. O evento tem como tema central ações integradas e sustentáveis na promoção da segurança na assistência. A abertura terá a participação de especialista em segurança da aviação, que explanará sobre como o Crew Resource Management (CRM), um conjunto de procedimentos cujo objetivo é reduzir o erro humano, pode contribuir para o desenvolvimento de habilidades para trabalho em equipe também na saúde.
Possibilidades e experiências de melhoria da qualidade e segurança na assistência serão abordadas sob diferentes aspectos durante a programação. Acontecem atividades tratando de ações colaborativas e conjuntas entre diferentes instituições de saúde, de como pacientes e famílias podem contribuir, a experiência do What Matters to You no Brasil, debate sobre o ensino da segurança na assistência e a apresentação ações recentes do HCPA. No dia 8, das 14h às 18h, acontece workshop sobre CRM.
Mais informações estão disponíveis pelo telefone (51) 3359.8090. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo link http://bit.ly/QualiSegurança
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Presidente do Cremers participa da abertura das atividades
Neste sábado, 30 de março, o presidente do Cremers, Eduardo Trindade, participou da mesa de abertura das atividades da Academia Sul-Rio-grandense de Medicina. O grupo deu início aos trabalhos de 2019 com o II Fórum de Debates para o Desenvolvimento da Academia.
Trindade ressaltou a importância da instituição como protetora da história da medicina no estado.
– É um trabalho hercúleo e de suma importância. Precisamos conhecer o passado para construir o futuro. O Cremers deseja uma parceria perene com a Academia.
Também estiveram presentes o presidente da Academia, Gilberto Schwartsmann, o presidente do Simers, Marcelo Mathias, e o presidente da Amrigs, Alfredo Cantalice. A Academia Sul-Rio-grandense de Medicina se reúne sempre no último sábado do mês no Cremers. As reuniões são abertas a todos os médicos.
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Infectologista expõe ao Cremers preocupação com a baixa cobertura vacinal que vem ocorrendo nos últimos anos
O médico infectologista Paulo Ernesto Gewehr Filho esteve reunido nesta segunda-feira, dia 1º, com o presidente do Cremers, Eduardo Trindade, para planejar ações na área da infectologia. “A infectologia tem interface com várias especialidades médicas, como a Medicina de Família, entre outras áreas. Portanto, é importante uma integração entre essas especialidades para um trabalho conjunto”, disse o médico, que integra a CT de Infectologia do Cremers.
Em relação à gripe A, Paulo Gewehr manifestou muita preocupação com a baixa cobertura vacinal que vem acontecendo nos últimos anos, e destacou a importância da vacina principalmente de pessoas enquadradas nos grupos de risco, conforme relação abaixo:
– Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias)
– Gestantes (em qualquer idade gestacional)
– Puérperas (mulheres até 45 dias após o parto)
– Pessoas com 60 anos ou mais
– Povos indígenas aldeados
– Trabalhadores de saúde dos serviços públicos e privados
– População privada de liberdade e funcionários do sistema prisional
– Professores de escolas públicas e privadas
– Portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais*
*Doenças crônicas respiratórias, cardíacas, renais, neurológicas ou hepática; diabetes; imunossupressão; obesidade; transplantados ou pessoas com trissomias.
A vacinação na rede pública começa no dia 10.
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